O poder da gestão empresarial na prática: Crédito não se pede — se constrói.
A maioria das empresas encara a busca por crédito como uma operação pontual. Preenche formulários, junta documentos, assina a proposta. Mas na prática, o que define a aprovação — especialmente em valores mais robustos — não é o pedido em si, e sim a forma como a empresa é percebida pelo sistema financeiro.
E essa percepção não nasce no banco — nasce na gestão.
Neste artigo, vamos contar a história real (com dados adaptados) de uma pequena empresa que, com faturamento modesto e estrutura enxuta, conquistou um financiamento de R$ 150 mil após um processo de reorganização liderado pela consultoria da Eurogran Corporation.
Você vai entender como a estrutura empresarial foi corrigida, como a apresentação técnica foi construída e quais foram os fatores que transformaram uma empresa comum em uma empresa considerada elegível e confiável.
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O perfil da empresa antes do diagnóstico
A empresa em questão atua no setor de serviços e tem sede no interior de um estado do Sudeste. Com cerca de 6 anos de mercado, faturava em média R$ 30 mil mensais, possuía uma equipe de 4 pessoas e não tinha pendências fiscais ou protestos em nome do CNPJ.
À primeira vista, parecia uma empresa “ok” — e talvez por isso mesmo, o empresário se surpreendia ao ter seus pedidos de crédito constantemente negados.
Os principais problemas identificados
Ao passar pelo diagnóstico técnico da Eurogran, foram identificados problemas comuns, porém críticos:
1. Contrato social defasado
O contrato social datava de 2017, não refletia a real participação dos sócios atuais e sequer mencionava as atividades que a empresa já vinha desenvolvendo há anos.
2. Ausência de pró-labore formalizado
As retiradas mensais eram feitas conforme a necessidade pessoal dos sócios, sem controle, sem justificativa contábil e com transferências diretas da conta da empresa para contas pessoais.
3. DRE inconsistente
A contabilidade terceirizada emitia um DRE genérico, com dados que não batiam com os valores do extrato bancário. Faltavam notas fiscais de prestação de serviços e havia lançamentos manuais sem respaldo.
4. Finalidade vaga para o crédito
Nos pedidos anteriores de crédito, a justificativa era sempre “expansão e capital de giro”, sem detalhes, sem números e sem cronograma.
5. Mistura de contas
Algumas despesas pessoais dos sócios (como escola dos filhos e plano de saúde) eram pagas diretamente da conta PJ, o que comprometia a leitura financeira da operação.
O plano de reestruturação
A partir do diagnóstico, a Eurogran traçou um plano de ação dividido em três frentes:
A. Reestruturação societária e documental
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Atualização completa do contrato social
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Registro formal da participação dos sócios
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Definição de pró-labore com valores fixos
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Criação de regras para distribuição de lucros
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Formalização de retirada em datas fixas, com documentos
B. Organização financeira e contábil
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Separação total das contas bancárias
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Criação de fluxo de caixa mensal e trimestral
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Reemissão dos DREs com base nos extratos reais
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Regularização de notas fiscais e categorização contábil
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Apresentação de relatório de endividamento e capacidade de pagamento
C. Preparação da apresentação técnica
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Definição clara da finalidade do crédito (expansão de unidade de atendimento + marketing)
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Plano de uso com cronograma e projeção de retorno financeiro
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Simulação de impacto no faturamento e nas margens
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Carta de apresentação empresarial com linguagem técnica e institucional
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Simulação do fluxo com e sem o crédito solicitado
O resultado final: aprovação com confiança
Com a estrutura reconfigurada, a empresa submeteu nova solicitação de crédito junto a uma instituição parceira de linhas como FAMPE e PRONAMPE.
Desta vez, o material apresentado incluía:
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Contrato social atualizado
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DRE e Balanço validados pelo contador
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Relatório de fluxo de caixa e capacidade de pagamento
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Projeção de faturamento futuro com base no plano de investimento
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Relato técnico da consultoria, validando o processo de estruturação
Resultado: crédito aprovado no valor de R$ 150.000,00 com taxa de 1,45% a.m. e prazo de 48 meses.
O que fez diferença nesse caso?
A empresa não mudou seu faturamento. Não aumentou a equipe. Não teve um “milagre financeiro”.
O que mudou foi a forma como ela se apresentava ao mercado financeiro. E isso foi possível por causa da gestão.
As três alavancas principais foram:
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Organização interna real (e não apenas documental)
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Apresentação estratégica e técnica da empresa
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Consistência entre o que se declarava e o que se provava com dados
Lições práticas que servem para qualquer empresa
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Não espere o banco identificar sua estrutura. Apresente-a.
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Atualize seus documentos sempre que houver mudanças internas.
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Tenha um plano concreto antes de pedir crédito.
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Fale a linguagem do sistema bancário: dados, coerência, previsibilidade.
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Use relatórios como ferramentas estratégicas — não como burocracia.
A Eurogran Corporation atua na base da gestão
Esse estudo de caso reflete o que fazemos diariamente na Eurogran Corporation. Não criamos atalhos. Criamos estrutura. Nossa consultoria é voltada a empresas que desejam:
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Fortalecer sua base de gestão
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Estar prontas para oportunidades de mercado e crédito
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Se posicionar com solidez e clareza diante de instituições financeiras
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Evitar recusas e instabilidade por falta de organização
O primeiro passo é o diagnóstico. E ele é gratuito.
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Redação Eurogran Corporation
Consultoria Estratégica Empresarial